1.01.2008

Capítulo 2 - Fazendo jus ao nome



Sabe os "momentos de reflexão" que temos as vezes? No meu caso, quando eu tomo banho ou um pouco antes de dormir. É nesses momentos que a taxa de idéias bizarras sobre consideravelmente, bem como a taxa de planos malignos e a de açúcar no sangue. Hum, talvez essa última não.


Enfim, eu estava pensando no que fazer com esse blog. Não posso simplesmente chegar aqui e escrever o que me der na telha. Bem, tá certo, eu posso, mas não quero.




Após alguns minutos de luta contra o meu "eu interior" (aquela vozinha imbecil que fica te dando conselhos as vezes), eu decidí transformar esse blog numa espécie de "espaço espiritual". Vou tentar deixar de lado o humor grotesco e escrever aqui algumas reflexões e debates acerca de assuntos polêmicos, aqueles assuntos que a sua professora da quinta série não gostava de falar.



É claro, como o que vai ser escrito aqui é fruto da mente de uma só pessoa, no caso, esse carinha aí do lado, é justo que vocês comentem argumentando ou detonando, se possível, o que eu vou postar. Tipo um jogo: eu dou as cartas, vocês jogam.



Afinal, assuntos assim me fascinam, me fazem viajar, e, no fundo, tudo o que eu quero é que vocês viajem um pouquinho também. Muaha.



Itinerário



Legal. Se esse blog vai ser uma viagem, nada mais justo do que ela ter um roteiro, concordam? Então, sugiro começar do jeito mais legal possível: gerando uma discussão sem fim sobre algo que pensamos todos ter uma opinião firme formada sobre. Meu objetivo é derrubar a opinião de vocês.



Próximo post: "Amor - que diabo é isso"




PS.: Vocês me conhecem. Quando eu disse "deixar o humor grotesco de lado", é claro que isso não vai acontecer. O humor grotesco existe em qualquer coisa, e aqui ele será abundante sempre. Não é culpa minha - por mais que eu me esforçe, eu não consigo deixar de ser um idiota.


Ah, as postagens virão acompanhadas de ilustrações minhas, como essa. Me disseram que isso dá ibope.

2 comentários:

Luiz Nihil disse...

Amor é o sentimento mais nobre da humanidade, totalmente incondicional, pra mim não existem tipos de amor, o que existe são intencidades diferentes, algo como amor de mãe e amor de "namorados". Este último pra mim é extremamente raro de acontecer, mas pode rolar.

Nada pior do que ouvir um "eu te amo" de uma pessoa que tu conhece a uma semana, quem diz isso pra mim é uma pessoa sem noção das coisas, não faz idéia do que isso significa e engana e sí mesma, isso me causa repúdia.

Acho que é isso que é pra fazer néam Bolélsom? Deixar a opinião...Bom...é isso.

Atéam. o/

Luiz Nihil disse...

Legal...eu intendi errado, mas dae no próximo post eu simplesmente copio o que escrevi aqui e colo la ;D

Cara eu sou foda.