2.17.2008

Mais uma história "estranha"...

Eu deveria estar dormindo. Chato isso, de deitar na cama, se rolar de um lado pro outro e bater no travesseiro até descobrir que o velho Morfeu deve estar ocupado com outras pessoas - tomando um sorvete com os amigos, por causa do calor, ou curtindo uma "loira suada" com o Hephaestus, o cornão.

Bem, a história a seguir foi postada por mim, originalmente, na comunidade da pieceProject, da qual eu participo ativamente e sempre aproveito pra escrever alguma merdinha num tópico aleatório. O problema é que as vezes essa "merdinha" acaba ganhando poder e se transforma numa baita merdona.

Enfim, curtam a história, se tiverem coragem:


A relação intrínseca entre Silas e o Peloponeso

Olá, olá, pessoas! Hoje de manhã eu estava preparando a minha gemada quando me lembrei daquele velho violão que possuo guardado no porão. É herança do meu avô. Ele ganhou o violão de um amigo, mas foi um presente completamente irônico: meu avô perdeu os dedos da mão esquerda na guerra do Vitenã e por isso nunca pôde aprender a tocar o instrumento.

Por isso, o velho violão (batizado carinhosamente de "Xáulez" pela minha avó banguela) passou décadas atirado num porão, sendo apreciado apenas por ratos, morcegos e dragões de komodo.

Após o café, descí até o alojamento para tentar resgatar o violão. Foi dificil. Dentro dele haviam aranhas, ao redor dele haviam aranhas e, no fim, haviam aranhas ao redor de mim também. Mas, felizmente, a peça estava intacta.

Após limpá-lo, trouxe o violão até meu quarto e... me lembrei que eu não sabia tocar violão. Isso é vergonhoso. Meu amigo disse que saber tocar violão é o primeiro passo para ficar rico.

Sabem, ficar rico hoje em dia é o sonho de qualquer pessoa, por que, teoricamente, quando a gente fica rico, não precisa fazer mais nada.

E isso é muito bom. A gente fica rico, senta, gasta todo o dinheiro com doces... e jogos de computador. E com gasolina. E com lego. Não sei vocês, mas eu gastaria muito dinheiro com lego.

Resumindo, ser rico é tudo de bom. É dez. É joinha. É de foder o cu do palhaço, com o perdão da linguagem chula.

Mas tinha uma época em que ser rico não era bem assim. Ser rico era tri ruim.

Tal época, onde ser rico era ruim demais, foi em meados de 900 a.C., na região do Peloponeso, na Grécia. Lá, ninguem gostava de ser rico não.

A civilização que habitava o locla era a Micênica. Um tipo de genérico de grego.

"Mas por que era ruim ser rico??", perguntam os curiosos e seus botões. A explicação é muito simples: Por que naquela época não existiam bancos. Nem cofres. Nem colchões suficientemente grossos para abrigar todas aquelas moedas e barras de ouro embaixo. Triste não? Os ricaços tinham que vigiar a própria grana 24 horas por dia.

Não podiam contratar guardas por que esses gregos safados não conseguem ficar perto do dinheiro sem tirar um pedaço. E importar guardas custava muito caro. Quando eles chegassem, o dinheiro que serviria para ser guardado era gasto pra pagar o frete e a indenização das famílias.

Mas esse não era o maior problema. Enquanto os tios estavam vivos, eles podiam vigiar o dinheiro. Mas e quando morressem? Quem ia guardar seus níqueis?

A resposta está escondida no antigo Egito, meus amigos.

Sim. A moda egípcia se alastrou por todo o mundo naquela época: ser enterrado junto com o dinheiro. Os egípcios demonstraram quão grande era seu Q.I. ao ter uma idéia dessas, não acham?

Enfim, para que pudessem levar consigo para o inferno toda aquela grana, os magnatas investiam alto em engenheiros, arquitetos e eletricistas para construir as mais seguras e magníficas tumbas. E eles tinham que ter laços extremos de confiança com os trabalhadores, para que eles também não "malocassem" as moedas.

Após as tumbas enormes serem construidas, todo o dinheiro era transportado lá pra dentro e, junto com ele, o magnata, ainda vivo, com algumas armas. Assim, ele passava os últimos momentos da sua vida junto com a bufunfa e ainda conseguia meter chumbo nos bandidos que conseguiam entrar antes dele morrer.

Saindo do Egito e voltando para o Peloponeso, encontramos várias tumbas que mais parecem castelos: fortificadas ao extremo, com cerca elétrica, cães de guarda e sentinelas armados com fuzis sniper calibre 38.

Micenas tornou-se o maior conglomerado de tumbas fortificadas do mundo, entrando para o Guiness três vezes.

Agora que vocês já sabem o cenário, vou contar a história de um grego da época: Silas Silverterstallonepoulos.

Silas viveu no Peloponeso nessa mesma época, quando a principal atividade econômica era a encomenda de tumbas.

Mas Silas nunca foi um homem rico o suficiente para encomendar uma tumba. Ele trabalhava com... incensos.

Silas Silvesterstallonepoulos era um dos melhores fabricantes de incensos da época. Como todos sabem (ou não), o Peloponeso era conhecido pela falta de recursos cheirosinhos para tal atividade, mas Silas tinha parentes Persas e por isso sempre conseguia as melhores especiarias.

A vida desse habitante micênico seria perfeitamente normal, se não fosse por um detalhe terrível: Silas era fofoqueiro de plantão e gostava de saber de tudo o que acontecia no Peloponeso.

Assinava todas as revistas do assunto. "Tititi", "Caras" e "Capricho" estavam sepre na revisteira do banheiro da sua casa.

Um belo dia, Silas estava a caminho de sua oficina de incensos quando viu dois vizinhos conversando sobre algo. Orelhudo como ninguem, espichou o pescoção por cima do muro pra ver sobre o que eles falavam:

"A: É isso mesmo, Xenofonte. A casa da minha filha mais velha cujo nome eu não me recordo foi atacada por uma manticora.

B: Puta que pariu hein. Ela não se salvou?

A: Magina, a manticora está inteirinha, sã e salva.

B: To falando da tua filha, ô asno.

A: Ah sim, eu fui falar com o governador, mas o capeta disse que manticoras são perigosas demais para seus soldados.
B: Ta, mas sua filha ta viva?

A: Hã, que filha?"

Silas deu meia volta e correu para dentro da casa. Pegou a enciclopédia Barsa e procurou o que diabos era uma manticora:


"A manticora é o ser mais cruel e terrível da face da terra. Tem corpo de leão, cabeça humana e rabo de escorpião, além de possuir três fileiras de dentes. Recomenda-se a todo cidadão do Peloponeso que fique afastado dessas criaturas."

Ao ler aquilo, Silas reuniu todos os neurônios do corpo na cabeça e formulou a mais incrível das estratégias que qualquer humano jamais ousou formar: "Vou lá e mato essa manticora".

Por quê Silas decidiu ir atrás da manticora? Resposta: Silas nutria uma paixão secreta pela garota que supostamente morreu. Se ele encontrasse o broto ainda vivo, poderia alegar "heroismo clássico" para o futuro sogrão e então se casaria com ela. Para isso, ele precisaria apenas atravessar o Peloponeso e matar uma manticora. Mais simples, impossível.
Silas Silvesterstallonepoulos ficou uns momentos tendo uma ereção ao pensar no momento em que salvaria a garota, e logo começou a juntar o material necessário par sua quest.

Infelizmente, ao vasculhar o armário, Silas encontrou apenas... incenso.
Dentro da cabeça do nosso herói, um quebra-cabeça começou a se montar: como matar a lendária manticora munido apenas de... incenso?

Que problemão. Realmente, Silas jamais derrotaria um monstro mitológico tendo em mãos apenas... incenso. Por isso, ele resolveu ligar apra seu melhor amigo: o detetive e açougueiro Arnaldo Arnoldschwartzneggerpoulos, vulgo "boquinha de chupa-minhoca".

Eis a conversa:

"S.: Alô? Eu poderia falar com o Boquinha de chupa-minhoca?
Voz misteriosa.: A senha.

S.: "Picles"

Arnaldo (mesma voz de antes): Silas, meu poney, como você está?

S.: Com hemorroidas, mas isso não importa. Preciso que você venha imediatamente para minha casa. Traga o cutelo de açougueiro, arpões e comida enlatada."

Conforme o combinado, Pela-saco dirigiu-se imediatamente até a casa de seu amigo, chegando oito anos após o telefonema.

Arnaldo Arnoldschwartzeneggerpoulos tinha uma aparência horrível. Uma cicatriz vermelha saía do alto da sua testa, atravessava o rosto (partindo-o em dois) e ia até o pênis. Ele dizia que a ganhou quando se jogou, sem querer, na serra do seu açougue.

Apesar de contar com armas poderosas agora, Silas ainda assim levou consigo um pacote de... incensos e ervas para fabricar mais... incensos pelo caminho. Ele não sabia ler, não sabia lutar, não sabia fazer contas, só sabia fazer... incensos.

Os dois amigos, Boquinha de chupa-minhoca e Silas (que era chamado por Arnaldo de "chuchu") caminharam pelas planícies do Peloponeso durante dias e noites. Até que, num belo dia, encontraram destroços de uma casa.

Arnaldo morreu antes que pudesse fazer qualquer coisa: a manticora surgiu do nada e, com uma mordida, arrancou sua cabeça.

Silas ficou horrorizado com a cena e começou a correr. Sentia a manticora correndo logo atrás de sí, bufando, babando, proferindo blasfêmias.

Silas então peidou. O peido ecoou pelas planícies e despertou a bela jovem que dormia sob os destroços.

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Pois bem, Silas deixou escapar um fedorão enquanto fugia da manticora. Ele precisava arrumar um jeito de despistar o animal.

Puxou um arpão e arremessou em direção a boca do bicho. Porém, a manticora simplesmente engoliu o artefato inteiro, sem mastigar, virou de costas e disparou o projétil pelo ânus, errando centímetros do ombro do nosso herói.

Sem se deixar abalar, Silas puxou outro arpão, mirou no peito da manticora e arremessou com todas as forças. Contudo, o animal simplesmente deu um tremendo "peitaço" na arma, quebrando o cabo e achatando a parte metálica até transformá-la numa grande moeda.

Engolindo a raiva, Silas pegou outro arpão e atirou diretamente na testa do bicho. Incrivelmente, o artefato cravou-se fundo na jaca da manticora.

E, infelizmente, esta simplesmente balançou um pouco a cabeça, fazendo o arpão saltar longe. O corte antes alí formado fechou-se em dois segundos. A perseguição continuava.

Dessa vez, Silas pegou dois arpões, um em cada mão, e atirou nos flancos do animal.

E os arpões incendaram-se antes de tocar na pele do monstro.

Não satisfeito, Silas pegou o arpão especial, com ponta de titânio serrilhada envenenada, e lançou contra o animal.

Errou feio. O arpão caiu na água.

Jamais desistindo, Silas pegou mais três arpões e lançou-os contra a manticora.
O monstro, vendo os arpões vindo em sua direção, abriu a boca e lançou um laser que desintegrou os artefatos.

Sem perder o ânimo, Silas pegou o arpão que sua avó lhe deixou de herança e atirou na boca da manticora.

Esta, por sua vez, mastigou o arpão inteiro e, instantaneamente, cagou uma bola de detritos.

Sem dar o braço a torcer, Silas pegou o arpão giratório supremo de diamante power e atirou contra a manticora.

O monstro, por sua vez, olhou feio para o arpão, que voltou e atingiu a perna de Silas.

O nosso heroi então caiu e rolou barranco abaixo. Agora só lhe restavam... os incensos. "Ai, caralho, o que farei", pensou Silas. Vendo que a manticora se aproximava, o nosso herói vasculhou a mochila em busca de algo que pudesse salvar sua vida.

Incenso sabor maçã
Incenso sabor funcho
Incenso sabor aspirina
Incenso sabor mirra
Incenso sabor borracha
Incenso sabor carne

Silas estava quase entrando em pânico quando decidiu enfiar a mão dentro da sacola, puxar um incenso aleatório e acender pra tentar espantar a bicha véia com a fumaça.

E a manticora vinha a 120 por hora.

Dito e feito, Silas acendeu um incenso, fechou os olhos, protegeu a genitália e esperou o golpe fatal da manticora.

Incrivelmente, o monstro parou a alguns metros e, ao sentir o cheiro do incenso, arregalou os olhos e começou a se aproximar lentamente de Silas. Seus olhinhos brilhavam e ela miava baixinho.

Nosso herói espiou por entre os dedos o que estava acontecendo e percebeu que a manticora o olhava com desejo. Aproximou o incenso do rosto e viu a etiqueta: "Incenso sabor manticora no cio".

E a manticora tentou montar em Silas. Nosso herói, mesmo com a perna ferida, se arrastava para longe, mas as garras do monstro arranhavam seus ombros e sua cabeça.

"Não vou deixar esse monstro me comer!"

A determinação de Silas era algo cativante, mas a manticora nem deu bola e tentou forçá-lo a dar, no minimo, uma rapidinha.

Mas Silas resistiu. Meteu a mão na mochila, puxou o primeiro incenso que encontrou e acendeu.

A manticora, que antes tentava fazer manticorazinhas com Silas, pareceu tomar um tabefe na cara ao sentir o novo cheiro e saiu correndo, deixando cocozinhos para trás.

Silas imaginou que havia pego o incenso sabor "marido da manticora que estava no cio e ia dar uma camassada de pau no amante", mas estava enganado: o sabor era, simplesmente, "Adolescente após jogo de futebol".

Silas não lembrava de ter fabricado um incenso desses, mas ficou tão feliz que nem deu bola: derrotou o animal maldito e agora iria se casar com a bela jovem que estava sob os escombros.

Arrancando o arpão que ainda estava cravado na coxa, Silas correu até onde uma bela jovem nua o esperava de braços abertos.

Parte 2:

Quatorze anos após o acontecido, Silas estava vivendo com sua nova mulher alí mesmo, nos escombros. Ele fazia os incensos e ela vendia. Os dois montaram uma fábrica chamda "Silas e Wanderfrida - Incensos e sais de banho".

A lojinha fazia o maior sucesso e acabou chamando a atenção do prefeito de uma cidade próxima, a cidade de Xerem.

O prefeito de Xerem, Rodrigo Joãocláudiovandamepoulos, ficou muito admirado com o trabalho do casal. Porém, o que ele tinha em mente era uma proposta:

"R.: Silas, meu bom homem, eu preciso da sua ajuda.

S.: Quié.

R.: A cidade de Xerem foi atacada por manticoras. Eu fiquei sabendo que você derrotou uma apenas usando incensos... eu gostaria que você nos ajudasse a combater essas pragas.

S.: Vou mudar meu nome para Benga, o que você acha?

R.: Lindo."

Silas achou linda a simpatia do homem e decidiu que iria, de fato, ajudá-lo. Para isso, precisava de quilos e mais quilos de incenso sabor "Adolescente após jogo de futebol".

Sua mulher, que eu não lembro que porra de nome eu coloquei alí antes, foi colher cogumelos na ravina e morreu de ataque cardíaco.

Esse fato fez com que Silas passasse a nutrir um ódio mortal das manticoras. Iria fazer tanto incenso que não sobraria mais UMA manticora em pé no Peloponeso.

"Manticora: Ei, você não é o Silas?

Silas: Meu nome é Mr. Benga e vou matar você."

Silas sonhava com esse diálogo todas as noites.

Silas passou cinco anos trancado em seu laboratório e fez sete toneladas de incenso sabor "Adolescente após jogo de futebol".

Com a ajuda dos habitantes de Xerem, o nosso herói espalhou os incensor por toda aquela metade do Peloponeso e acendeu.

O cheiro era tão forte que todas as manticoras fugiram da ilha e foram para os Estados Unidos, fundando uma banda chamada Backstreet Boys.

E Silas ganhou uma estátua de presente pelo seu heroísmo.

Interlúdio:

O que ninguem sabia é que um dos ingredientes do incenso sabor Adolescente após jogo de futebol é um concentrado fortíssimo de Uréia.
Esse componente químico, presente tambem na urina e naqueles bolos que sua avó faz, causa, entre outras coisas, um crescimento acelerado das plantas. Sim, funciona como um super-adubo.

E, do dia pra noite, aquela metade do Peloponeso se transformou numa floresta enorme, terrível, cheia de políticos e outros animais piores que a manticora.

Parte final:
Os habitantes daquela metade do Peloponeso clamaram por ajuda da outra metade. Por sorte, a cidade mais desenvolvida daquela porção se chamava Esparta. O rei local decidiu enviar 300 homens para salvar aqueles imbecis.

Infelizmente, aqueles 300 homens encontraram uma loja de fliperamas no caminho e acabaram nem dando bola para os outros habitantes do Peloponeso.

Os pobres coitados que estavam sofrendo no meio da floresta acabaram tendo que depositar suas ultimas esperanças no unico homem capaz de inverter aquela situação: Silas.

Porém, Silas já estava na Suíça, com uma mulher chamada Rudinéia, curtindo seu dinheiro lucrado com anos e anos vendendo incensos.

E os habitantes daquele lado do Peloponeso fundiram-se às arvores, numa relação mutualística.

E os 300 espartanos jogaram fliperama.

Fim.

Epílogo: Silas Silvesterstallonepoulos morreu com 816 anos. O segredo da longevidade, segundo ele, eram os espermatozóides que a manticora havia depositado em sua nuca. Todo o seu dinheiro foi aplicado, por seu filho Júlio César, numa faculdade de Administração de Impérios.
O foda é que Silas teve que passar seus ultimos dias dentro de uma tumba gigantesca, com um lança-chamas.

HUHUHU você leu tudo? HUHUHUHU

8 comentários:

Bianca Rie disse...

Eu li tudo!!


huhuhuhu

Fernanda disse...

HUHUHU EU LI TUDO HUHUHUHU

Luiz Nihil disse...

Eu lí tambem.

Silas é um baidumbosta, eu mato ele só com um rolo de papel higienico.

Eduardo disse...

"Eu li tudo e me recordo do meu passado quando eu usava outra identidade e vivia em Poloponeso. Todos pensam que eu morri, mas acho que já tô com uns 1474 anos hoje. Perdi a conta, deve ser isso."

Depoimento de Dercy Gonçalves que declara: "já fui homem!". (21/02/08)

Dani disse...

E afrodite é a desua do amor


!

Roberta-sama disse...

HUHUHU, eu NÃO li tudo HUHUHU


mentira

Ricardo Martins disse...

muito criativo e original. kkkkk. Sim eu li tudo, pois o lance da manticora é impagável :)))

a propósito, quem indicou meu blog pra ser lido na faculdade de Design da UFPR?

ricardo martins

Italo disse...

Não sei quem e mas babaca se sou eu que li tudo ou foi vc que escreveu essa porcaria, mas e ficolmelho que muitos livros que ja li, só não gostei porque nao vi a manticora.